Ao ingressar na Faculdade, um dos primeiros livros que li me trouxe uma mensagem que infelizmente me deparo com situação parecida no meu cotidiano profissional. Intitulado Meu Caro Anúncio de Pedro Victor Senna, em seu primeiro capítulo o livro conta a história de um empresário iniciante que com o capital reduzido, aproveitou o básico conhecimento de um parente próximo para fazer a propaganda de lançamento de seu negócio, um exemplo de publicidade mal feita, com as causas e conseqüências disso.
A publicidade muitas vezes, possui um
custo elevado para pequenos anunciantes. Muitos empresários acreditam que ao
produzir o próprio material, os custos diminuem. No entanto, este tipo de
campanha dificilmente possui todos os benefícios que teria se fosse realizada
por profissionais qualificados e raramente surtirá o efeito esperado. A
conseqüência de uma propaganda feita por quem não entende do assunto é o
prejuízo; seja da verba investida, quanto da própria imagem da empresa, podendo
levá-la até a falência.
Muitas vezes, isso acontece porque o
proprietário conhece muito bem o seu negócio, mas raramente tem entendimento
das técnicas para expor, da melhor forma possível, o seu produto. Seguro
em suas convicções, isso está mais interligado a visão empreendedora de início
do seu negócio, pontos importantes como localização, estrutura de
funcionamento, onde está o público para seu produto/serviço, qual o seu
diferencial, entre outros detalhes.
A
comunicação de uma empresa não pode ser esquecida, após cuidar da parte física,
parte do capital tem que ser previamente reservado para este fim, que é um
passo muito importante no sucesso do negócio. Ainda que com uma verba de
investimento enxuta, é necessário um estudo de mídia para uma propaganda eficaz
e que traga um bom resultado nesse início. Outro ponto de sustentação nessa
campanha inicial, é cativar o cliente, ouvi-lo para atender suas expectativas e
fazer os devidos ajustes, fidelizando assim sua clientela. O que não pode
acontecer é investir em seu negócio, QUERER CRESCER e acreditar que o
“boca-boca” é a melhor propaganda.