domingo, 19 de maio de 2013

PUBLICIDADE E SEUS RESULTADOS

por Flora Farias

Ao ingressar na Faculdade, um dos primeiros livros que li me trouxe uma mensagem que infelizmente me deparo com situação parecida no meu cotidiano profissional. Intitulado Meu Caro Anúncio de Pedro Victor Senna, em seu primeiro capítulo o livro conta a história de um empresário iniciante que com o capital reduzido, aproveitou o básico conhecimento de um parente próximo para fazer a propaganda de lançamento de seu negócio, um exemplo de publicidade mal feita, com as causas e conseqüências disso.


A publicidade muitas vezes, possui um custo elevado para pequenos anunciantes. Muitos empresários acreditam que ao produzir o próprio material, os custos diminuem. No entanto, este tipo de campanha dificilmente possui todos os benefícios que teria se fosse realizada por profissionais qualificados e raramente surtirá o efeito esperado. A conseqüência de uma propaganda feita por quem não entende do assunto é o prejuízo; seja da verba investida, quanto da própria imagem da empresa, podendo levá-la até a falência.

Muitas vezes, isso acontece porque o proprietário conhece muito bem o seu negócio, mas raramente tem entendimento das técnicas para expor, da melhor forma possível, o seu produto.  Seguro em suas convicções, isso está mais interligado a visão empreendedora de início do seu negócio, pontos importantes como localização, estrutura de funcionamento, onde está o público para  seu produto/serviço, qual o seu diferencial, entre outros detalhes.

A comunicação de uma empresa não pode ser esquecida, após cuidar da parte física, parte do capital tem que ser previamente reservado para este fim, que é um passo muito importante no sucesso do negócio. Ainda que com uma verba de investimento enxuta, é necessário um estudo de mídia para uma propaganda eficaz e que traga um bom resultado nesse início. Outro ponto de sustentação nessa campanha inicial, é cativar o cliente, ouvi-lo para atender suas expectativas e fazer os devidos ajustes, fidelizando assim sua clientela. O que não pode acontecer é investir em seu negócio, QUERER CRESCER e acreditar que o “boca-boca” é a melhor propaganda.

terça-feira, 10 de julho de 2012

QUAIS SÃO NOSSAS REAIS NECESSIDADES?

POR Flora Farias


Hoje o indivíduo busca incessantemente por algo que supra suas necessidades. Mas que necessidades são essas? É questionável o fato de existir essa busca constante, pois tudo o que uma pessoa precisa para suprir suas necessidades básicas já existe e para boa parte da população, são de fácil acesso.

 O que atualmente se percebe e a criação, primeiro do desejo, depois do produto que irá suprir essa vontade criada, seja pela mídia, por um grupo de pessoas ou até mesmo pela sociedade como um todo. Dificilmente, hoje se escreve uma carta, isso passou a ser algo para momentos formais; o celular não apenas faz ligação, ele tira foto e mostra um caminho através do GPS e o computador se não conectado a internet corre o risco de tornar uma máquina obsoleta.

Na realidade, nesses casos, o espírito contestador do indivíduo vai diminuindo à proporção que o capitalismo exerce sua força através do consumismo. A partir disso, suas vontades passam a ser quase que monitoradas pelos lançamentos e novidades do mercado. Talvez esses desejos nem sejam próprios da pessoa e sim para ela se destacar perante o grupo social, o que lhe confere status.

 Entretanto, nesse grande volume de mudanças e inovações, há também o risco de perdas. Por se tratar de produtos com uma vida útil reduzida, eles se tornam descartáveis em sua maioria gerando com isso rotatividade. Outra perda que talvez seja irreparável é a identidade do indivíduo que procura seguir todos os modismos para não ser excluído ou considerado ultrapassado, esquecendo dos seus reais valores enquanto pessoa.

Enfim, o novo choca, mas atrai a atenção e aos poucos toma conta do dia-a-dia das pessoas que são forçadas a se adaptarem com os avanços da tecnologia. A sociedade vivencia um dinamismo que impulsiona o indivíduo a seguir um padrão de vida e de ser no convívio social, ainda que essa não seja a sua real vontade.

quinta-feira, 8 de março de 2012

MULHER EM TEMPO CORRIDO

por  Flora Farias


Submissão
Recriminação
Cultura de costumes
Antigo, machismo
Rainha DO Lar
Lavar, passar, cozinhar
Esposa, mãe não basta
Anseios...
Fogo!
Mulheres queimadas
Revolta!
Determinação
Luta!
Igualdade
Guerra dos Sutiãs
Espaço
Luta!
Voto
Estudante, profissional
Pai e mãe
Rainha NO Lar
Corre!
Ganha tempo
Reconhecimento
Dinheiro, shopping
Independência
Direitos iguais
Atitudes iguais
Estímulo, auto-estima
Escolha, decisões
Amor, carinho
Filho, peito, fralda
Rotina!
Casa, supermercado
Trabalho
Força!
Noite, casa
Panela, marido, filho
Carinho, beijinho
E segue...
Outro dia